
Você chega na farmácia e lá estão eles à disposição, de diferentes marcas, composições e, principalmente, preços.
A ideia dos multivitamínicos é bastante lógica. Uma vez que, em nossa rotina diária nos alimentamos mal ou de maneira não balanceada, nada mais natural que determinados elementos estejam faltantes em nosso organismo. Sim, a lógica faz sentido. Mas será que é isso que acontece para a grande maioria das pessoas?
Um estudo recente apresentado pelo US Preventive Services Task Force, após acompanhar 450.000 indivíduos, não encontrou nenhum benefício à saúde para as pessoas que consumiram os produtos testados. Pior ainda, a utilização de suplementação com beta-caroteno ou vitamina E, apontada como positiva para combater doenças cardíacas ou câncer, foi contraindicada!
Isso significa que os multivitamínicos são inúteis?
Não! Eles podem e devem ser utilizados com prescrição de um profissional por todas as pessoas que, por uma razão ou outra, possuem uma dieta extremamente limitada.
A recomendação ainda é – e por muito tempo ainda será – que, se você quer uma vida realmente saudável, deve procurar na feira ou no supermercado uma maior variedade de alimentos. Mesmo aqueles que têm uma vida corrida e alimentam-se em restaurantes self-service, devem sempre visitar a seção de saladas, procurar por proteínas, evitar excesso de gorduras e procurar utilizar todo aquela indicação básica que estamos acostumados a ouvir dos profissionais de saúde e nutrição.
Se por alguma razão sua alimentação anda incompleta e você acha que isso está fazendo mal ao seu organismo, procure um médico. Ele poderá dizer, com a máxima certeza, se você deve ou não buscar algum tipo de multivitamínico e, em caso positivo, indicar a dosagem ideal para você.
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